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quarta-feira, 18 de maio de 2016

Logos - Olhos

" Há sempre alguém atento..." ou "Há sempre alguém a ver..."
Uma frase que eu achava que tinha aprendido com a escritora de policiais Agatha Christie afinal é de um filme que revi há uns meses - Um perfeito estranho.

Lembrei-me destes olhos que parece que nos observam com tal intensidade que invadem o nosso pensamento.
Pormenor da stupa Boudhanath, em Katmandu, no Nepal.

O vale de Katmandu está inscrito na lista do património mundial da UNESCO.
Este país ficou sem dúvida na lista de países a revisitar e esta região fascinou-me pela arquitectura tradicional presente nos centros urbanos de algumas vilas, absolutamente fascinantes. Sobre elas falarei em futuras publicações [ainda estou a decidir qual o próximo destino que irei recordar].
[Janeiro, 2016]

UNESCO: http://whc.unesco.org/en/list/121
P.S. Este monumento já apareceu numa adivinha, ainda te lembras?
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/04/adivinha.html
E uma dica, que mostra um pouco das vilas:
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/04/adivinha-02-04-2016-ajuda.html

sábado, 23 de abril de 2016

Logos - Ur


Será?
Sobre este assunto voltarei a falar.
Uma fotografia antiga de Ur, antes dos trabalhos de "restauro"(que aparecerá numa futura Resolutione).




Se por acaso não conseguires ler a primeira imagem que contém a explicação da palavra "Urban", segue o link:
https://translate.googleusercontent.com/translate_c?depth=1&hl=pt-PT&prev=search&rurl=translate.google.pt&sl=es&u=http://etimologias.dechile.net/%3Furbano&usg=ALkJrhhcB0ZLhFl-XH_xGskC68-5OTIs6w

Entretanto lembrei-me que numa publicação sobre uma cidade fantasma indiana já tinha abordado esta questão:
http://entrepreambulos.blogspot.com/2015/12/cidade-fantasma.html

sábado, 2 de abril de 2016

Logos - Bing

Enquanto fazia umas pesquisas pelo mapa do Bing, na área norte de Portugal, descubro um incêndio (será mesmo?) e lembrei-me que hoje em dia quando falo com estrangeiros, sobretudo europeus, um dos assuntos recorrentes que abordam são os incêndios em Portugal...

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

国 29-02-2016


Para este dia estava destinada uma publicação que ainda não está concluída.
Mais tarde reescreverei algo para esta data.

sábado, 30 de janeiro de 2016

Adivinha - Igualdade

Alguns escritores parecem que nos leem a alma, descrevem em poemas pensamentos que nos afloram a mente de uma forma arrebatadora. Como é que é possível?
A verdade é que a dada altura pensamos todos no mesmo, não importa a época, a história, os ideais, o género... a essência revela-se sempre a mesma.

E a fotografia escolhida para "ilustrar" este texto é também uma adivinha, para não perderes o hábito. [quase que podia ser um trocadilho]

[09-01-2016]

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Khövsgöl, Mongólia.































Uma imagem bem natalina retratando uma zona e uma etnia da Mongólia, que ainda (importante frisar o ainda) não conheço.
O povo nómada Dukha vive numa região do norte da Mongólia e dedica-se à criação de renas.
"The name Tsaatan, which means ‘those who have reindeer’ in the Mongolian language, were originally Tuvinian reindeer herders"
A linguagem deste país que tanto se assemelha ao árabe, ou ao turco (consta que tem influências turcas), parece a lingua do vento, ou dos desertos, é quase inebriante...

Espero um dia regressar.

Imagem retirada da Internet.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Logos - Arquivos

Que titulo sem graça, para mais um devaneio nocturno.

"Bedtime is daytime,
and we come into bloom
after midnight"
Lenore Kandel.

O blogue tem-se revelado uma boa ferramenta para organizar arquivos variados, que um dia poderei aceder em qualquer lugar para uma simples consulta ou para relembrar momentos passados.
As maravilhas da tecnologia... entre várias outras funcionalidades, ajudam a preservar espaço na nossa memória [interna].
Enquanto editava mais uma publicação tive a necessidade de fazer uma pesquisa para conseguir legendar uma fotografia tirada numa viagem feita há alguns anos (nunca é bom contar os anos que se passam)  e descobri que tinha visitado uma cidade, que achava que me era desconhecida... Enfim, descobri o seu nome e organizei as minhas memórias, quase como um arquivo. Com facilidade tudo se descobre numa simples pesquisa, li ou ouvi algures que só temos acesso a uma pequena percentagem de toda a informação que a internet alberga.
Assustador, não é verdade, porque tudo se sabe, numa constante vigia...

E assim vou organizando fotografias de viagens, memórias, pensamentos e citações.