Sabias que ao rodares estes moinhos de oração, as preces são libertadas pelo universo...
Há quem compare este país à Suíça... Realmente aproximam-se em vários pontos... não só nos melhores.
Onde fica?
" Depois de vagabundear incerto algum tempo por outros países, esqueço-me de quem sou, quase (...) O meio que nos envolve é também um pouco de nós, seguramente." (Mário de Sá-Carneiro; A Grande Sombra)
sábado, 28 de maio de 2016
sexta-feira, 27 de maio de 2016
Logos - Tecidos Urbanos
Jodhpur, Índia
"El corazón quiere lo que quiere."
[06-05-2016]
Mais sobre esta cidade indiana:
http://entrepreambulos.blogspot.com/2015/12/jodhpur-india.html
"El corazón quiere lo que quiere."
[06-05-2016]
Mais sobre esta cidade indiana:
http://entrepreambulos.blogspot.com/2015/12/jodhpur-india.html
Adivinha - Palavras
Uma adivinha rápida para esta tarde:
Aqui fica mais uma palavra japonesa de origem inglesa...
テーブル lê-se "te-buru"
O que será?
Uma pista: É uma peça móvel...
Para confirmares a tua resposta, envia um email para:
deambular.preambulo@gmail.com
"A group of men who work around the canals of Tokyo and Yokohama meet for a late evening snack. (Photo by Orlando /Three Lions/Getty Images). Circa 1950".
Fonte:
http://www.gagdaily.com/educative/1184-retro-japan.html
Aqui fica mais uma palavra japonesa de origem inglesa...
テーブル lê-se "te-buru"
O que será?
Uma pista: É uma peça móvel...
Para confirmares a tua resposta, envia um email para:
deambular.preambulo@gmail.com
"A group of men who work around the canals of Tokyo and Yokohama meet for a late evening snack. (Photo by Orlando /Three Lions/Getty Images). Circa 1950".
Fonte:
http://www.gagdaily.com/educative/1184-retro-japan.html
62º Deserto Gobi (9)
Cores
Algures entre Guchin-Us e planaltos extensos, sem ninguém...
Os animais camuflam-se nas cores quentes do deserto queimado desde à milénios (talvez).
O solo reveste-se de inúmeras pedras, quem me dera compreende-las.
Tantas cores surgem nas misteriosas pedras; verdes, vermelhas, azuladas, cores realmente vivas; esverdeadas, rosadas, brancas, pretas... vulcânicas [reconheci uma] resultado de erupções passadas; será que ainda aqui existem esses vulcões.
Gostaria de as conhecer melhor para não lhes chamar apenas de pedras. Mas por enquanto apenas reconheço as suas formas, as suas cores, as suas texturas. Mais que isso, não sei, nada sei...
Algumas parece que derreteram, algumas são quase transparentes.
E acordo do meu devaneio geológico enquanto saboreio o calor que a terra e o sol libertam.
E não é que algumas são ovos de dinossauros [essas descobrias em museus tipicamente soviéticos, que surgem onde parece não haver mais nada].
Algo se esconde no horizonte... fica para um próximo dia.
Algures entre Guchin-Us e planaltos extensos, sem ninguém...
Os animais camuflam-se nas cores quentes do deserto queimado desde à milénios (talvez).
O solo reveste-se de inúmeras pedras, quem me dera compreende-las.
Tantas cores surgem nas misteriosas pedras; verdes, vermelhas, azuladas, cores realmente vivas; esverdeadas, rosadas, brancas, pretas... vulcânicas [reconheci uma] resultado de erupções passadas; será que ainda aqui existem esses vulcões.
Gostaria de as conhecer melhor para não lhes chamar apenas de pedras. Mas por enquanto apenas reconheço as suas formas, as suas cores, as suas texturas. Mais que isso, não sei, nada sei...
Algumas parece que derreteram, algumas são quase transparentes.
E acordo do meu devaneio geológico enquanto saboreio o calor que a terra e o sol libertam.
E não é que algumas são ovos de dinossauros [essas descobrias em museus tipicamente soviéticos, que surgem onde parece não haver mais nada].
Algo se esconde no horizonte... fica para um próximo dia.
quinta-feira, 26 de maio de 2016
61º Deserto Gobi (8)
Guchin-Us
A vegetação torna-se mais escassa, as cores alteram-se.
O sol parece mais quente e o tempo mais seco.
As horas passam e o frio regressa... No meio do nada encontramos o acampamento, de noite o gerador desliga-se, o escuro entranha-se... Não vemos nada, não sabemos de nada.
E o silêncio, quando as máquinas se desliga... chega a ser ensurdecedor. É um silêncio diferente da cidade onde vivo, sente-se um vazio pesado.
A solidão aumenta... e os pensamentos atormentam.
O vento não permite que se acendam os fogões centrais das yourtes.
Ficamos sós...
Na manhã seguinte, encontramos um poço de água e novamente vida...
Sabias que o caracter para o significado vida/energia 活- esmiuçando: ter água para a lingua.
[生活 nascer + água + lingua]
[舌 e lingua é composto por mil bocas]
Para finalizar um mapa com a vila/aldeia assinalada.
A vegetação torna-se mais escassa, as cores alteram-se.
O sol parece mais quente e o tempo mais seco.
As horas passam e o frio regressa... No meio do nada encontramos o acampamento, de noite o gerador desliga-se, o escuro entranha-se... Não vemos nada, não sabemos de nada.
E o silêncio, quando as máquinas se desliga... chega a ser ensurdecedor. É um silêncio diferente da cidade onde vivo, sente-se um vazio pesado.
A solidão aumenta... e os pensamentos atormentam.
O vento não permite que se acendam os fogões centrais das yourtes.
Ficamos sós...
Na manhã seguinte, encontramos um poço de água e novamente vida...
Sabias que o caracter para o significado vida/energia 活- esmiuçando: ter água para a lingua.
[生活 nascer + água + lingua]
[舌 e lingua é composto por mil bocas]
Para finalizar um mapa com a vila/aldeia assinalada.
quarta-feira, 25 de maio de 2016
60º Deserto Gobi (7)
O nascer de mais um dia e mais uma despedida, dissemos adeus a mais um acampamento, a mais um território.


Guardamos as últimas memórias e partimos seguindo o curso do rio Orkhon.


Neste vale encontramos vários registos da passagem do Homem em diferentes períodos da história...
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/05/46-registos-4.html
As marcas deixadas pela permanência pontual de um conjunto de yourtes, de uma família que entretanto já partiu...

Ao longe aparecem umas yourtes...
Subimos até às montanhas que protegem o vale... e voltamos a descer... sem nenhuma regra prosseguimos.
Um grupo de abutres...
O rio escolhe livremente o seu percurso.
Atrás da que viria a ser a ultima estepe a capital Karakorum - Kharkhorin (Хархорин):
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/05/47-registos-5.html
Guardamos as últimas memórias e partimos seguindo o curso do rio Orkhon.
Neste vale encontramos vários registos da passagem do Homem em diferentes períodos da história...
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/05/46-registos-4.html
Ao longe aparecem umas yourtes...
Subimos até às montanhas que protegem o vale... e voltamos a descer... sem nenhuma regra prosseguimos.
Um grupo de abutres...
O rio escolhe livremente o seu percurso.
Atrás da que viria a ser a ultima estepe a capital Karakorum - Kharkhorin (Хархорин):
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/05/47-registos-5.html
terça-feira, 24 de maio de 2016
Logos - Comboios
Relembrando o Sri Lanka ou revisando-o através da visão de outros viajantes.
Ainda te lembras deste percurso de comboio numa das regiões de chá do Sri Lanka.
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/04/dia-28-02-2016-sri-lanka.html
Hoje na rtp2 às 12h00 deu um programa sobre os trajetos de comboio no Sri Lanka, uma forma de conhecer o país, a sua população e cultura.
http://www.rtp.pt/programa/tv/p32950
Ainda te lembras deste percurso de comboio numa das regiões de chá do Sri Lanka.
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/04/dia-28-02-2016-sri-lanka.html
Hoje na rtp2 às 12h00 deu um programa sobre os trajetos de comboio no Sri Lanka, uma forma de conhecer o país, a sua população e cultura.
http://www.rtp.pt/programa/tv/p32950
59º Deserto Gobi (6)
O que se escondia atrás daquelas estepes... Descobri neste dia passado na Mongólia.
Alcançamos o rio Orkhon e um vale verdejante cheio de vida que o recebia.
Os animais pareciam indiferentes à nossa passagem.
Descobrimos a encosta de uma montanha revestida de pinheiros, os sons da natureza alteraram-se; e imaginei as delicadas agulhas destes pinheiros cobertos de neve e gelo.
No topo, sobranceiro ao território escondia-se o mosteiro Tovkhon:
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/04/45-registos-3.html
Que lugar inesquecível...
Duas árvores que se uniram numa só, rodeada de bandeiras azuis...
O cume onde o mosteiro Tovkhon se refugiou.
A luz do sol através das "folhagens"... tão pacifico.
O caminho de volta ao acampamento passando pelo imenso vale e os animais aproveitando cada instante.
O final de mais um dia que revelou um céu repleto de estrelas, que saudades desse céu... quem diria que é o mesmo...
Alcançamos o rio Orkhon e um vale verdejante cheio de vida que o recebia.
Os animais pareciam indiferentes à nossa passagem.
Descobrimos a encosta de uma montanha revestida de pinheiros, os sons da natureza alteraram-se; e imaginei as delicadas agulhas destes pinheiros cobertos de neve e gelo.
No topo, sobranceiro ao território escondia-se o mosteiro Tovkhon:
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/04/45-registos-3.html
Que lugar inesquecível...
Duas árvores que se uniram numa só, rodeada de bandeiras azuis...
O cume onde o mosteiro Tovkhon se refugiou.
A luz do sol através das "folhagens"... tão pacifico.
O caminho de volta ao acampamento passando pelo imenso vale e os animais aproveitando cada instante.
O final de mais um dia que revelou um céu repleto de estrelas, que saudades desse céu... quem diria que é o mesmo...
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