sábado, 10 de dezembro de 2016

Cores dos Solstícios

Um pôr de sol na despedida de mais um dia de verão, cujas cores são agora refletidas pelas árvores de folhas caducas, anunciando a chegada do Inverno.
Onde fica?



sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Mãe Sagrada

晉祠
Próximo a Taiyuan, no sopé do monte Xuanwang  foi fundado o templo Jinci durante a dinastia dos Wei do Norte [386-581 depois de Cristo].

圣母殿
Salão da Mãe Sagrada é considerado um dos mais antigos edifícios de madeira da China.
Ainda sobre o templo Jinci :
1- http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/12/templo-jinci-taiyuan.html
2- http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/12/expressoes-do-tempo.html
3- http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/12/divindades-guardiaes.html

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Divindades Guardiães

晉祠
Próximo a Taiyuan, no sopé do monte Xuanwang  foi fundado o templo Jinci durante a dinastia dos Wei do Norte [386-581 depois de Cristo].
As Divindades Guardiães protegem a entrada no Salão da Mãe Sagrada, com uma escala e umas expressões grotescas impedem a invasão do salão das mentes pouco sanas que persistem pela sua pequenez.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Expressões do Tempo

晉祠
Próximo a Taiyuan, no sopé do monte Xuanwang  foi fundado o templo Jinci durante a dinastia dos Wei do Norte [386-581  depois de Cristo].

Sobrevivendo à razia promulgada pela  revolução cultural pelo território chinês, este complexo guarda e preserva algumas referências de uma cultura milenar, que hoje nos ajudam a compreender e a contar a história deste povo.

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Templo Jinci, Taiyuan

太原
A cidade Taiyuan localiza-se no centro da região Shanxi, junto ao rio Fen, tendo sido a capital do reino Zhao entre 471 até 221 antes de Cristo. Posteriormente durante o século VI depois de Cristo tornou-se num importante centro de referência para o crescimento do Budismo.

晉祠
No sopé do monte Xuanwang foi fundado o templo Jinci durante a dinastia dos Wei do Norte [386-581 depois de Cristo].
Neste complexo reencontramos a natureza, apesar do céu nos lembrar constantemente da próxima a uma das cidades mais industrializadas da China.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Pagode de Madeira

大同
Relembrando;
Datong localizada junto ao flanco sul da Mongólia do Interior. A cidade foi tornada capital em dois períodos da história chinesa, durante a dinastia dos Wei do Norte (386-534 d. C.) e dos Liao (907-1125 d. C.).

佛宫寺释迦塔
A visita de mais um templo surpreendente; numa das suas possíveis denominações o pagode Sakyamuni do templo Fogong ou simplesmente pagode de Yingxian. Em 1056, a sul da antiga capital Datong foi construído esta impressionante estrutura de madeira com uma finalidade religiosa.

木塔
Pagode de Madeira de Yingxian revela o engenho e a mestria que a cultura chinesa tem no domínio da construção em madeira, sobrevivendo a vários sismos.
A sua planta octogonal permite que a estrutura se eleve a cerca de 67 metros de altura divididos em 5 pisos (impossível ficar indiferente aos números conjugados de uma forma quase poética).

Um sonho utópico, numa visita ao passado que se desfaz numa neblina constante de poluição que abafa as cores vibrantes que animam a cidade.
A madeira escurece num semblante de tristeza perpetuada pelo tempo de egoísmo que absorveu as massas.

domingo, 4 de dezembro de 2016

Quarto Crescente

Desafiando as normas da natureza, mais uma surpresa guardada por uma região árida.
敦煌
A cidade Dunhuang apresenta-se como um oasis às portas do deserto Taklamakana, cuja toponímia significa "Entra e não sais". Durante a rota da Seda a cidade representava uma última paragem antes da travessia do extenso deserto que cobre este território.
月牙泉
Yueya Quan
O  lago do Quarto Crescente permite vida e a subsistência de vida neste território aparentemente tão hostil.
Perdido no deserto,  gera um oasis e um local propicio à construção de mais um templo.
鸣沙山
Mingsha Shan
Em redor ao lago Quarto Crescente erguem-se as dunas Mingsha Shan - "Montes de Areia Cantante".
Um mar de areia que ecoa os seus cânticos transportados pelo vento ao longo de um território sem fim aparente., num lugar onde nada parece permanente.

Uma paragem, um oasis, um reencontro com a civilização.
Ser nómada ou sedentário?

Para a semana regressamos a esta região...
Boa semana!

Todas as imagens foram retiradas da Internet.
Fontes:
http://alexgohchunseong.com/dunhuang

sábado, 3 de dezembro de 2016

Adivinha

Silêncio de Inverno
Uma fotografia já com alguns anos de um dia frio, de um mar falsamente serenado pelo tempo agreste.
Onde fica?

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Salão das Três Religiões

Um dos cinco montes sagrados taoistas da China, uma escarpa ingreme, o lugar escolhido para a construção de mais um templo.
Templo XuanKong Si
悬空寺

O interior do templo guarda uma variedade fascinante de estátuas de ferro, de pedra e de bronze envoltas por colmeias de cor.
As estátuas cobertas por um manto de pó que ofusca a intensidade das cores que iluminam e colorem o interior das salas. [Parece que não foram feitas para serem tocadas e o respeito mantém-se inalterado.]
Nas salas vamos descobrindo os deuses do confucionismo, do budismo e taoismo, as três religiões representadas neste templo suspenso pelo tempo.
O salão Sanjiao Dian surpreende-nos com as estátuas representando Buda, Confúcio e Lao-Tsé sentados lado a lado.
Inúmeras representações e simbologias que revelam a história e as crenças deste povo e das três religiões que aqui convivem auspiciosamente.
As suas expressões faciais assaltam-nos o espirito à medida que as observamos e as reconhecemos. Os seus trajes contam-nos os costumes de outrora e a mente divaga...

Mais sobre o Templo Suspenso:
1º http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/11/rio-heng.html
2º http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/11/pico-do-norte.html
3º http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/11/templo-suspenso.html
4º http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/12/telhados-suspensos.html

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Telhados Suspensos

Um dos cinco montes sagrados taoistas da China, uma escarpa ingreme, o lugar escolhido para a construção de mais um templo.
Templo XuanKong Si
悬空寺
Quantos detalhes nos contam os telhados, quase que falam...
Num dia cujo céu se tornou cinzento devido à intensa poluição da região... Nestes dias tomamos consciência da expressão que retrata a China como a "Fábrica da Humanidade".
O território esconde-se debaixo de uma névoa e as cores desvanecem.
Um lugar admirável que perde a sua força pelo desconsolo do aumento dos índices de poluição tão facilmente percetíveis.
E as formas que ornamentam os telhados enaltecem as simbologias inerentes à sua construção de cariz religioso.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Último - Ponte D. Luís I

Revisitando o passado vivido pelo Porto, através de fotografias antigas, para mais uma publicação para este último dia do mês.

Para terminar este dia, uma fotografia de 1903 de Aurélio Paz dos Reis, do tabuleiro superior da ponte D. Luís I.
Repara também nas margens do rio Douro... quantas alterações.

Imagem recolhida da Internet.

Último - Ribeira

Revisitando o passado vivido pelo Porto, através de fotografias antigas, para mais uma publicação para este último dia do mês.

Uma litografia aguarelada de João Palhares, na Ribeira retratando os vendedores de galinhas, costume que se transformou e se perdeu...
Fonte:
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgUnR-y7M2BcLi5i9T1sUFgwuYpyeQGXFeCHadgvtVX5bDujFIHGXc4EdV922gT6tG5trrU2IX2pkI4bTzzKGB7lvVG24edhX843VMHmFD0wyk8BMFpz4SXImwouwLWPVe15gbeIwqTU2qx/s1600/RIBEIRA+-+VENDEDORES+DE+GALINHAS.jpeg

Último - Casa Oriental

Revisitando o passado vivido pelo Porto, através de fotografias antigas, para mais uma publicação para este último dia do mês.

Uma fotografia de Paula Oudman; descoberta num dos inúmeros passeios pelo imenso mar de informação que nos faz esquecer das horas.
Quando a Casa Oriental (ainda existe) se vestia com a oferta de bacalhaus que dispunha para satisfazer o apetite natalino que se aproxima gulosamente.
Fonte:
http://arpose.blogspot.pt/2011/03/iconografia-moderna-e-laica-12-antes-da.html?m=1

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Templo Suspenso

Um dos cinco montes sagrados taoistas da China, uma escarpa ingreme, o lugar escolhido para a construção de mais um templo.

Templo XuanKong Si
悬空寺

Um percurso que desvenda as formas da escarpa que acolhe o templo, longos percursos que lembram o sentimento de peregrinação.
Os passadiços de madeira guiam-nos e revelam-nos grutas e salas escondidas no interior da escarpa.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Qual é o limite?

Uma foto tirada algures no Tibete na margem de um sereno rio...

E um discurso para acompanhar esta segunda-feira, segundo a estrutura socioeconómica o primeiro dia da semana.

  "Os pobres de África Subsariana que caminham quilómetros à procura de água, não são os pobres de África, são os pobres da nossa humanidade. Somos todos culpados.
  Entretanto, existem pessoas com 80 ou 90 anos com milhares de milhões que continuam a acumula-los. E nós não temos a coragem de taxa-los e de dizer chega. É incrível.
  São problemas globais num mundo sem governação se não definirmos uma agenda para resolver os problemas do mundo, para confrontarmos os problemas e fazermos deles a nossa missão principal, estamos a ameaçar as nossas próprias vidas. 
  Esta fase de capitalismo em que agora vivemos trouxe-nos muito progresso. Deve ter-nos dado mais 40 anos de esperança de vida, mas, ao mesmo tempo, está a alienar-nos e rouba a nossa vida. Transforma tudo num bem. Tudo está à venda.
  Nós inventamos uma sociedade de consumo, consumista; e a economia tem de crescer. Quando não há crescimento é trágico.
  Inventamos uma montanha de consumo supérfluo. Temos de continuar a comprar, a deitar fora... E na verdade estamos a gastar tempo de vida, porque quando eu compro algo ou vocês compram algo, não o pagam com dinheiro. Estamos a pagar com o tempo das nossas vidas que tivemos de gastar para ganhar esse dinheiro. A diferença é que a única coisa que não se pode comprar é vida.
  A vida gasta-se. E é terrível gastar a vida para perder a liberdade.
  A vida é demasiado preciosa para lhe dar tão pouca substância. Mas enfim...
  Talvez tenhamos de esperar pelo descontentamento geral para percebermos o valor das coisas mais simples e fundamentais da vida."

Antigo presidente do Uruguai.
José Alberto Mujica Cordano.

[01:27; 25/11/2016]

Não deixes de rever estas publicações:
http://entrepreambulos.blogspot.com/2015/12/adivinha-habitar-37.html
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/07/logos-precos.html
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/10/logos-o-valor.html

domingo, 27 de novembro de 2016

200 Grutas de Maiji Shan.

Desafiando as vertigens, um lugar, um monte esculpido e uma dedicação.
麦积山石窟
As 200 grutas do Monte da Meda de Milho.
O seu nome deve-se à sua aparência.
Um lugar escolhido pela sua semelhança ao monte lendário budista Sumeru, que conta com testemunhos humanos que datam do século IV depois de Cristo.
A gruta número 98 distingue-se pela estátua representando Buda Amitabba com cerca de 16 metros de altura, acompanhado por duas figuras que por sua vez representam Avalokitesvara.
As varandas que serpenteiam subindo o monte ladeadas por esculturas protegidas por redes e uma vista sem fim, sem limites.
Vários rostos, várias expressões que revelam sentimentos distintos, talvez transmitam as emoções dos artistas que lhes deram forma e vida.


E várias lendas... Simbologias e referências ainda desconhecidas.

Na gruta número 13 somos assoberbados pelas imensas esculturas do período Sui.
E quantos mistérios... 
Todas as imagens foram recolhidas da Internet.
Mais um lugar para acrescentar à lista de sítios para conhecer um dia...
A perspectiva de que já conheceu este lugar:
http://www.viajarentreviagens.pt/china/maiji-shan/

sábado, 26 de novembro de 2016

Adivinha - Memórias

Uma adivinha que ficou esquecida no tempo sem solução.
Uma cidade portuária, um edifício construído pelos holandeses numa ilha.... Qual será essa ilha, algum destino paradisíaco.

Recuperando o link:
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/09/adivinha.html
Junto a um importante porto... vários séculos de história, inúmeras trocas... quantas delas justas?
Onde fica?