Uma mensagem rápida para te dizer que tens dois videos bem caseiros de uma cascata no Sri Lanka.
Foi um percurso cansativo, sobretudo pelo calor que se fazia sentir, mas compensou!
Tu vale a pena...
Ao rever estes videos lembrei-me imediatamente do som que os animais que vivem escondidos na natureza emitem, principalmente ao amanhecer e entardecer.
https://youtu.be/ZM71-ELl_Is
" Depois de vagabundear incerto algum tempo por outros países, esqueço-me de quem sou, quase (...) O meio que nos envolve é também um pouco de nós, seguramente." (Mário de Sá-Carneiro; A Grande Sombra)
quinta-feira, 17 de março de 2016
quarta-feira, 16 de março de 2016
12º Sonho (8)
Enquanto vagueamos aparentemente sem destino pelas estepes da Mongólia, os pensamentos fluem serenamente, divagando também sem um destino certo.
Uma viagem a um destino como a Mongólia, significa a possibilidade de um despreendimento emocional e racional, permitindo-nos viver aquele instante, sentindo cada sensação com toda a plenitude merecida.
Quantas venturas nos reservam os próximos destinos...
E assim vamos sonhando... esperançosos.
Esta publicação será talvez a última desta temática - Sonhos:
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/02/1-sonhos.html
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/03/6-sonhos-2.html
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/03/7-sonhos-3.html
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/03/8-sonhos-4.html
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/03/9-sonhos-5.html
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/03/10-sonhos-6.html
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/03/11-sonhos-7.html
terça-feira, 15 de março de 2016
11º Sonhos (7)
"Restam sonhos que eu teimo em sonhar"
(Maria Gadú)
Sonhos:
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segunda-feira, 14 de março de 2016
10º Sonhos (6)
Perdido à sua sorte num pedaço de papel, numa gaveta:
"Os sonhos têm de morrer para a realidade nascer."
[11-03-2016]
Enquanto sonhamos e idealizamos os mais variados planos, pressupondo e equacionando as diferentes variáveis, o tempo vai passando, sorrateiramente, sem nos apercebermos.
A frase que citei é uma lembrança para agir, para ousar, para ser mais determinado nas escolhas que fazemos.
Quem sabe, pode dar certo e se não der, fica a aprendizagem.
Porque o tempo não fica suspenso para sonharmos indeterminadamente...
[17-03-2016]
Sonhos:
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/02/1-sonhos.html
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domingo, 13 de março de 2016
Penhasco de Bandiagara
Mais um sítio aparentemente interdito para mais uma resolutione.
Desta vez faço uma rápida e segura viagem a África, a Mali. Um país cujos limites, aos quais apelidamos de fronteiras deixam a desejar pelo seu traçado...
Apresento-te o penhasco de Bandiagara, a terra que a comunidade Dogon definiu como o seu refúgio desde o século XV e ali construiu um imaginário que merecia uma visita.
Santuário Binu

Aldeia Dogon

Alguns detalhes;

Continua...
Para explicar o nome desta temática:
http://entrepreambulos. blogspot.com/2015/12/ resolutione-16.html
Todas as imagens foram retiradas da Internet.
Desta vez faço uma rápida e segura viagem a África, a Mali. Um país cujos limites, aos quais apelidamos de fronteiras deixam a desejar pelo seu traçado...
Apresento-te o penhasco de Bandiagara, a terra que a comunidade Dogon definiu como o seu refúgio desde o século XV e ali construiu um imaginário que merecia uma visita.
Santuário Binu
Aldeia Dogon
Alguns detalhes;
Continua...
Para explicar o nome desta temática:
http://entrepreambulos.
Todas as imagens foram retiradas da Internet.
sábado, 12 de março de 2016
sexta-feira, 11 de março de 2016
quinta-feira, 10 de março de 2016
quarta-feira, 9 de março de 2016
7º Sonhos (3)
O território que se esconde atrás da duna, um mar de areia formado pela vontade do vento.
"Somos assim: sonhamos o voo mas tememos a altura. Para voar é preciso ter coragem para enfrentar o terror do vazio. Porque é só no vazio que o voo acontece. O vazio é o espaço da liberdade, a ausência de certezas. Mas é isso o que tememos: o não ter certezas. Por isso trocamos o voo por gaiolas. As gaiolas são o lugar onde as certezas moram."
Os Irmãos Karamazov; Fiódor Dostoiévski.
P.S. Esta duna já apareceu aqui no blogue:
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/01/adivinha.html
Sonhos:
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/02/1-sonhos.html
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/03/6-sonhos-2.html
"Somos assim: sonhamos o voo mas tememos a altura. Para voar é preciso ter coragem para enfrentar o terror do vazio. Porque é só no vazio que o voo acontece. O vazio é o espaço da liberdade, a ausência de certezas. Mas é isso o que tememos: o não ter certezas. Por isso trocamos o voo por gaiolas. As gaiolas são o lugar onde as certezas moram."
Os Irmãos Karamazov; Fiódor Dostoiévski.
P.S. Esta duna já apareceu aqui no blogue:
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/01/adivinha.html
Sonhos:
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/02/1-sonhos.html
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terça-feira, 8 de março de 2016
Logos - Igualdade
8 de Março (2016)
O dia das mulheres continuará a ser assinalado enquanto as desigualdades persistirem.
Talvez um dia as diferenças sejam esquecidas, desvalorizadas e deixe de fazer sentido assinalar uma data.
Esta fotografia foi tirada no Siri Lanka junto a um templo (budista) no qual era necessário entrar de cabeça descoberta...
P.S. Pena que muitos também se aproveitem desta data para golpes publicitários...
O dia das mulheres continuará a ser assinalado enquanto as desigualdades persistirem.
Talvez um dia as diferenças sejam esquecidas, desvalorizadas e deixe de fazer sentido assinalar uma data.
Esta fotografia foi tirada no Siri Lanka junto a um templo (budista) no qual era necessário entrar de cabeça descoberta...
P.S. Pena que muitos também se aproveitem desta data para golpes publicitários...
segunda-feira, 7 de março de 2016
6º Sonhos (2)
Lido algures:
"Vi os sonhos se prostituindo na zona de conforto"
Zack Magiesi
P.S. Esta duna já apareceu aqui no blogue:
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/01/adivinha.html
Sonhos:
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/02/1-sonhos.html
domingo, 6 de março de 2016
Minarete de Jam - Resolutione
Este minarete com cerca de 65 metros de altura sobreviveu estoicamente à passagem da história.
Esta construção realizada a mando do sultão Ghurid, Ghiyas-od-din (1153-1203), no século XII, na província Ghur, no Afeganistão, representa mais uma memória de uma cultura que imperou outrora nestas terras. Pensa-se que aqui seria a localização da capital de verão Firuzkuh, da dinastia Ghurid. Como seria essa cidade?
Site da Unesco:
http://whc.unesco.org/en/list/211/
Explicação deste tema - Resolutione
http://entrepreambulos.blogspot.com/2015/12/resolutione-16.html
Todas as imagens foram retiradas da Internet.
sábado, 5 de março de 2016
Adivinha
O que determina que determinado "aglomerado urbano" é de facto uma capital?
Onde fica?
P.S. Se quiseres saber ou confirmar a resposta da adivinha não hesites em enviar um email para o seguinte endereço: deambular.preambulo@gmail.com
Onde fica?
P.S. Se quiseres saber ou confirmar a resposta da adivinha não hesites em enviar um email para o seguinte endereço: deambular.preambulo@gmail.com
sexta-feira, 4 de março de 2016
5º Encontros
Encontro um homem ocidental que me conta o seu dia. Passara o dia inteiro, ajudando um "pastor" [que termo tão superficial] a encontrar as suas manadas perdidas em busca de pastagens melhores, algures...
Agora aqui, nesta cidade portuguesa onde vivo, invejo os seus dias e os meus naquele sítio que apenas sei que fica na Mongólia.
Agora aqui, nesta cidade portuguesa onde vivo, invejo os seus dias e os meus naquele sítio que apenas sei que fica na Mongólia.
[30-12-2015]
quinta-feira, 3 de março de 2016
4º Liberdade
Deixo a capital e um território sem fim revela-se e em mim desperta uma sensação de liberdade sem fim.
[30-12-2016]
quarta-feira, 2 de março de 2016
3º Caminho
O trânsito [na cidade de Ulan Bator]... Inúmeros carros parados em filas sem fim, em ruas largas avessas ao peão que parece andar perdido pelo frio.
Os veículos adquirem movimento, ganham velocidade e a cidade desaparece.
Uma rua estreita segue calmamente sempre em frente, sem fim.
Para lá da rua, pouco ou nada existe, pouco ou nada indica a presença do Homem que aqui vive.
Saio da rua e sigo as marcas de pneus, deixados por outras passagens, o único elemento que me indica o caminho.
Path- ultimamente esta palavra tem aparecido com alguma frequência.
Os veículos adquirem movimento, ganham velocidade e a cidade desaparece.
Uma rua estreita segue calmamente sempre em frente, sem fim.
Para lá da rua, pouco ou nada existe, pouco ou nada indica a presença do Homem que aqui vive.
Saio da rua e sigo as marcas de pneus, deixados por outras passagens, o único elemento que me indica o caminho.
[30-12-2015]
Path- ultimamente esta palavra tem aparecido com alguma frequência.
terça-feira, 1 de março de 2016
2º Viagens
"Afinal, a melhor maneira de viajar é sentir.
Sentir tudo de todas as maneiras.
Sentir tudo excessivamente,
Porque todas as coisas são em verdade, excessivas
E toda a realidade é um excesso, uma violência.
Uma alucinação extraordinariamente nítida
Que vivemos todos em comum com a fúria das almas,
O centro para ondem tendem as estranhas forças centrifugas
Que são psiques humanas no seu acordo de sentidos.
Quanto mais eu sinta, quanto mais eu sinta com várias pessoas.
Quanto mais personalidade eu tiver,
Quanto mais intensamente, estridentemente as tiver,
Quanto mais simultâneamente sentir todas elas,
Quanto mais unificadamente diverso, dispersadamente atento.
Estiver, sentir, viver, for,
Mais possuirei a existência total do universo,
Mais completo serei pelo espaço inteiro fora."
(...)
Álvaro de Campos (104).
Assim começou mais uma jornada.
Antigamente decorava alguns poemas para poder recordar em qualquer lugar, ainda sei alguns de cor.
Agora o blogue auxilia-me nesta tarefa de recordar alguns textos que particularmente me interessam mediante várias circunstancias. E assim continuo a arquivar memórias, de uma forma mais ou menos organizada. Porque tudo acaba por se ligar de forma mais ou menos dispersa pelo tempo e sobretudo pelo pensamento.
Sentir tudo de todas as maneiras.
Sentir tudo excessivamente,
Porque todas as coisas são em verdade, excessivas
E toda a realidade é um excesso, uma violência.
Uma alucinação extraordinariamente nítida
Que vivemos todos em comum com a fúria das almas,
O centro para ondem tendem as estranhas forças centrifugas
Que são psiques humanas no seu acordo de sentidos.
Quanto mais eu sinta, quanto mais eu sinta com várias pessoas.
Quanto mais personalidade eu tiver,
Quanto mais intensamente, estridentemente as tiver,
Quanto mais simultâneamente sentir todas elas,
Quanto mais unificadamente diverso, dispersadamente atento.
Estiver, sentir, viver, for,
Mais possuirei a existência total do universo,
Mais completo serei pelo espaço inteiro fora."
(...)
Álvaro de Campos (104).
Assim começou mais uma jornada.
Antigamente decorava alguns poemas para poder recordar em qualquer lugar, ainda sei alguns de cor.
Agora o blogue auxilia-me nesta tarefa de recordar alguns textos que particularmente me interessam mediante várias circunstancias. E assim continuo a arquivar memórias, de uma forma mais ou menos organizada. Porque tudo acaba por se ligar de forma mais ou menos dispersa pelo tempo e sobretudo pelo pensamento.
[09-01-2016]
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