Consegues adivinhar onde fica?
" Depois de vagabundear incerto algum tempo por outros países, esqueço-me de quem sou, quase (...) O meio que nos envolve é também um pouco de nós, seguramente." (Mário de Sá-Carneiro; A Grande Sombra)
sábado, 23 de abril de 2016
Adivinha
Consegues adivinhar onde fica?
sexta-feira, 22 de abril de 2016
Adivinha - Palavras
O fim do dia na baia de Tóquio, no último dia da viagem, a despedida...
Uma adivinha rápida para esta tarde:
Aqui fica mais uma palavra japonesa de origem inglesa...
ビル lê-se "biru"*
O que será?
Uma pista: Começa pelo desenho...
Para confirmares a tua resposta, envia um email para:
deambular.preambulo@gmail.com
Boa sorte e bom fim de semana!
P.S. Por acaso é muito parecida com esta adivinha, mas o significado é totalmente diferente:
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/03/adivinha-palavras.html
*Mais uma pista, porque realmente é precisa muita imaginação...
ビル (lê-se biru) partiu desta palavra ビルディング (lê-se Birudingu).
Os japoneses gostam muito de abreviar palavras, fica aqui mais uma:
パソコン
(lê-se pasokon)
Pista: Uma ferramenta/instrumento de trabalho para quem desenha ビル... e para tantas outras funções.
Uma adivinha rápida para esta tarde:
Aqui fica mais uma palavra japonesa de origem inglesa...
ビル lê-se "biru"*
O que será?
Uma pista: Começa pelo desenho...
Para confirmares a tua resposta, envia um email para:
deambular.preambulo@gmail.com
Boa sorte e bom fim de semana!
P.S. Por acaso é muito parecida com esta adivinha, mas o significado é totalmente diferente:
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/03/adivinha-palavras.html
ビル (lê-se biru) partiu desta palavra ビルディング (lê-se Birudingu).
Os japoneses gostam muito de abreviar palavras, fica aqui mais uma:
パソコン
(lê-se pasokon)
Pista: Uma ferramenta/instrumento de trabalho para quem desenha ビル... e para tantas outras funções.
40º Noite (5)
O rio do céu* - 天の川 - ainda te lembras?
Parecia uma arco de luz...que dava a volta ao céu sem uma única nuvem. Tantas estrelas, de tantas dimensões.
Parecia que alguém tinha salpicado o céu de pó luminoso...
Finalmente percebi [contemplei] algumas descrições que comparam o céu a uma abóboda.
Seria esta?
"Tendo a certeza que ninguém as incomodaria, cintilaram ainda mais vivamente na abóboda sombria; ora apagando-se, ora acendendo-se e lançando no espaço um feixe de luz, pareciam comunicar misteriosamente umas às outras uma noticia agradável."
(6 - 133; Leão Tolstoi)
*Rio do Céu:
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/02/rio-do-ceu.html
A noite na Mongólia, tentei organizar as publicações seguindo o "trajeto do sol":
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/04/36-noite-1.html
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/04/37-noite-2.html
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/04/38-noite-3.html
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/04/39-noite-4.html
Parecia uma arco de luz...que dava a volta ao céu sem uma única nuvem. Tantas estrelas, de tantas dimensões.
Parecia que alguém tinha salpicado o céu de pó luminoso...
Finalmente percebi [contemplei] algumas descrições que comparam o céu a uma abóboda.
Seria esta?
"Tendo a certeza que ninguém as incomodaria, cintilaram ainda mais vivamente na abóboda sombria; ora apagando-se, ora acendendo-se e lançando no espaço um feixe de luz, pareciam comunicar misteriosamente umas às outras uma noticia agradável."
(6 - 133; Leão Tolstoi)
*Rio do Céu:
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/02/rio-do-ceu.html
A noite na Mongólia, tentei organizar as publicações seguindo o "trajeto do sol":
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/04/36-noite-1.html
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/04/37-noite-2.html
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/04/38-noite-3.html
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/04/39-noite-4.html
quinta-feira, 21 de abril de 2016
39º Noite (4)
"... olhou em volta; diante, atrás, por toda a parte, estendia-se a perder de vista a planície mágica, salpicada de estrelas prateadas e toda banhada de luz..." (212; Guerra e Paz, Leão Tolstoi.)
As fotografias nem sempre conseguem captar a imagem que os nossos olhos recolhem para a nossa mente interpretar; resta-nos a nossa memória para as preservar no tempo.
Espero voltar a ver aquele céu repleto de luz nas noites de lua nova. Fica a sugestão de consultar o calendário lunar antes de marcares uma viagem à Mongólia.
E a Ursa Maior, pela primeira vez consegui reconhecer várias noites seguidas, sempre próxima ao horizonte desenhado pelo perfil das estepes. E imaginei os navegadores portugueses a navegarem por oceanos desconhecidos apenas com o céu e as suas estrelas como referência. Uma verdadeira aventura...
Deixo-te com uma pintura de uma noite estrela vista pelos olhos de Vincent van Gogh - Starry Night Over the Rhone.

Todas as imagens foram retiradas da Internet.
Espero voltar a ver aquele céu repleto de luz nas noites de lua nova. Fica a sugestão de consultar o calendário lunar antes de marcares uma viagem à Mongólia.
E a Ursa Maior, pela primeira vez consegui reconhecer várias noites seguidas, sempre próxima ao horizonte desenhado pelo perfil das estepes. E imaginei os navegadores portugueses a navegarem por oceanos desconhecidos apenas com o céu e as suas estrelas como referência. Uma verdadeira aventura...
Deixo-te com uma pintura de uma noite estrela vista pelos olhos de Vincent van Gogh - Starry Night Over the Rhone.
Todas as imagens foram retiradas da Internet.
quarta-feira, 20 de abril de 2016
38º Noite (3)
É quase de noite. Aquela linha ténue que separa o dia da noite acontece no horizonte...

"A luz mágica e cambiante da lua, a recordação do beijo naqueles lábios adorados, o aspecto da terra brilhante que fugia sob as patas dos cavalos, aquele céu negro salpicado de pregos de diamante, que se estendia por sobre as suas cabeças, aquele ar gelado que lhe enchia os pulmões de uma força desconhecida, tudo lhe fazia crer que tinham voltado ao mundo da magia."
(218; Guerra e Paz, Leão Tolstoi.)
Com estas palavras poderia descrever o que se sente naquelas terras tão distantes.
"A luz mágica e cambiante da lua, a recordação do beijo naqueles lábios adorados, o aspecto da terra brilhante que fugia sob as patas dos cavalos, aquele céu negro salpicado de pregos de diamante, que se estendia por sobre as suas cabeças, aquele ar gelado que lhe enchia os pulmões de uma força desconhecida, tudo lhe fazia crer que tinham voltado ao mundo da magia."
(218; Guerra e Paz, Leão Tolstoi.)
Com estas palavras poderia descrever o que se sente naquelas terras tão distantes.
terça-feira, 19 de abril de 2016
Logos - Cantos
Alguns cantos são formados por linhas que se encontram perpendicularmente, outros tornam-se curvos.
O que é que define a sua forma, o nosso olhar regido aparentemente por um raciocínio ortogonal... Será o nosso raciocínio, ou visão do mundo ortogonal?
Talvez não, mas vamos sendo habituados desde cedo a esses parâmetros, que acabam a definir-nos.
Para ilustrar esta publicação uma ilustração de Jean Soutif, do plano do século X, da cidade redonda para Bagdade. [Falarei sobre esta cidade mais tarde.]
[16-03-2016]
O que é que define a sua forma, o nosso olhar regido aparentemente por um raciocínio ortogonal... Será o nosso raciocínio, ou visão do mundo ortogonal?
Talvez não, mas vamos sendo habituados desde cedo a esses parâmetros, que acabam a definir-nos.
Para ilustrar esta publicação uma ilustração de Jean Soutif, do plano do século X, da cidade redonda para Bagdade. [Falarei sobre esta cidade mais tarde.]
37º Noite (2)
A chegada da noite no deserto de Gobi e uma citação para te ajudar a imaginar as noites na Mongólia.
"A lua cheia chegara ao zénite, os bosques e os campos, até ali invisíveis, desenhavam-se nitidamente em redor e, para além daqueles campos e daqueles bosques inundados de luz, o olhar perdia-se nas profundidades infinitas de um horizonte ilimitado."
(45; Leão Tolstoi)
(45; Leão Tolstoi)
segunda-feira, 18 de abril de 2016
36º A Noite (1)
Quando o sol se põe o calor esvai-se. A noite chega e anuncia-se a hora de dormir.
Quando o vento não sopra, acende-se o fogão central da yourte.
Quando o vento sopra, sentimo-lo a agitar, a empurrar furiosamente a yourte que vai resistindo à sua força.
E a noite chama-me, apesar do frio, exerce sobre mim uma atração tão grande... são as estrelas... vejo uma estrela cadente, apenas a vi, não pensei em nada, apenas a observei.
As estrelas iluminam a noite, parece quase uma noite de luar, mas sem a sua presença [mas nem a vejo].
Apetecia-me ficar toda a noite a comtemplar o céu, não fosse o frio e o dia de amanhã que implora que eu durma.
Apetecia-me ficar toda a noite a pensar, a relembrar, a imaginar, mas o amanhã chama-me.
[08.01.2016]
Quando o vento não sopra, acende-se o fogão central da yourte.
Quando o vento sopra, sentimo-lo a agitar, a empurrar furiosamente a yourte que vai resistindo à sua força.
E a noite chama-me, apesar do frio, exerce sobre mim uma atração tão grande... são as estrelas... vejo uma estrela cadente, apenas a vi, não pensei em nada, apenas a observei.
As estrelas iluminam a noite, parece quase uma noite de luar, mas sem a sua presença [mas nem a vejo].
Apetecia-me ficar toda a noite a comtemplar o céu, não fosse o frio e o dia de amanhã que implora que eu durma.
Apetecia-me ficar toda a noite a pensar, a relembrar, a imaginar, mas o amanhã chama-me.
[08.01.2016]
domingo, 17 de abril de 2016
Kharanaq, Irão
A aldeia Kharanaq construída em adobe próxima da cidade Yazd, no Irão. [Falar-te-ei desta cidade, localizada no centro do Irão, daqui a uns meses.]
O primeiro assentamento humano nesta zona data de à cerca de 4000 anos, sendo que a aldeia Kharanaq terá sido constituída à cerca de 1000 anos.

Kharanaq, praticamente inabitada vai sucumbindo à passagem dos anos.
Algumas ruas, travessas, passagens da aldeia.
O minarete da mesquita Qajar-era data do século XVII.
Encontrei esta imagem de outra aldeia nos arredores de Yazd.
Alguns links:
http://www.theguardian.com/world/iran-blog/2014/may/06/the-village-that-slept-irans-historic-kharanagh-left-almost-deserted
http://www.ancient-origins.net/ancient-places-asia/4000-year-old-abandoned-mud-brick-town-kharanaq-iran-photographic-look-003591
Explicação deste tema - Resolutione
http://entrepreambulos. blogspot.com/2015/12/ resolutione-16.html
Todas as imagens foram retiradas da Internet.
O primeiro assentamento humano nesta zona data de à cerca de 4000 anos, sendo que a aldeia Kharanaq terá sido constituída à cerca de 1000 anos.

Kharanaq, praticamente inabitada vai sucumbindo à passagem dos anos.
Algumas ruas, travessas, passagens da aldeia.
O minarete da mesquita Qajar-era data do século XVII.
Encontrei esta imagem de outra aldeia nos arredores de Yazd.
http://www.theguardian.com/world/iran-blog/2014/may/06/the-village-that-slept-irans-historic-kharanagh-left-almost-deserted
http://www.ancient-origins.net/ancient-places-asia/4000-year-old-abandoned-mud-brick-town-kharanaq-iran-photographic-look-003591
Explicação deste tema - Resolutione
http://entrepreambulos.
Todas as imagens foram retiradas da Internet.
sábado, 16 de abril de 2016
Adivinha
Vitrais coloridos que filtram a intensa luz solar que varre sem dó uma área da Terra cada vez mais árida e inóspita.
Será um palácio?
Onde fica?
Será um palácio?
Onde fica?
sexta-feira, 15 de abril de 2016
Palavras japonesas
Hoje apresento-te algumas histórias contadas para explicar a formação dos kanjis - caracteres.
1)
安いです - barato
安 -
女 - mulher
宀 - casa
É mais barato quando a mulher fica em casa.
2)
大きい - ookii significa grande.
大すき - daisuki significa gostar muito.
Um "mesmo kanji" para expressar grande e muito.
3)
休み yasumi significa descansar.
休日 (descansar + dia) significa feriado.
Mais algumas curiosidades sobre a lingua japonesa:
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/02/kanji-semana-passada.html
1)
安いです - barato
安 -
女 - mulher
宀 - casa
É mais barato quando a mulher fica em casa.
2)
大きい - ookii significa grande.
大すき - daisuki significa gostar muito.
Um "mesmo kanji" para expressar grande e muito.
3)
休み yasumi significa descansar.
休日 (descansar + dia) significa feriado.
Mais algumas curiosidades sobre a lingua japonesa:
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/02/kanji-semana-passada.html
35º Aqui e Além (4º)
O que conceberias para este território?
O que construirias neste território?
Onde e como o farias?
Talvez não fosses capaz de intervir neste território...
Talvez seguisses as tradições desenvolvidas pelo povo nómada, que por vezes aqui se instala... Talvez te sentisses tentado a copiar o seu modo de vida, pelo menos durante uma temporada.
Foram estes os pensamentos que ocuparam a minha mente enquanto passava por este imenso vale, dividido pelo serpentear do rio Orkhon, antes de chegar à antiga capital do império de Gengis Khan - Karakorum.
O que construirias neste território?
Onde e como o farias?
Talvez não fosses capaz de intervir neste território...
Talvez seguisses as tradições desenvolvidas pelo povo nómada, que por vezes aqui se instala... Talvez te sentisses tentado a copiar o seu modo de vida, pelo menos durante uma temporada.
Foram estes os pensamentos que ocuparam a minha mente enquanto passava por este imenso vale, dividido pelo serpentear do rio Orkhon, antes de chegar à antiga capital do império de Gengis Khan - Karakorum.
quinta-feira, 14 de abril de 2016
Logos - Preâmbulo
Preâmbulo
Um preâmbulo para explicar mais um tema de algumas futuras publicações para este blogue.
Monólogos ou viagens pelo pensamento, talvez os aches aleatórios. [Por vezes, tento seguir o caminho de volta que o pensamento seguiu, para perceber de que forma se foi encadeando, sucessivamente.]
Estas publicações resultam de anotações soltas que aqui vou deixando sobre esta etiqueta - logos.
Algumas terão data, outras não, dependendo do humor da minha memória.
Algumas até posso guardar a hora, se as escrever diretamente na plataforma do blogue.
Mas todas elas serão publicadas a uma hora, a uma data indefinida ao sabor do acaso. [Algo que não acontece com as restantes.]
Segundo algumas pesquisas feitas - logos - palavra, razão, discurso - que deriva da palavra legein que significa falar; dizer.
O seu nome - logos - porque basta uma palavra para desencadear uma série de associações de temáticas, por vezes tão dispersas.
P.S. A viagem à Mongólia foi aqui "descrita" "contada" através de citações, de frases ouvidas por aí e de pensamentos porque foi uma viagem que se tornou propicia a esta liberdade de vaguear sem destino, quer seja fisicamente, quer seja espiritualmente. E foi também isso que tentei demonstrar ao longo das publicações partilhadas.
Alguns links:
https://therootofborscht.wordpress.com/tag/legein/
23-04-2016
Organizando e etiquetando as publicações, reparo que este tema já surgiu anteriormente:
Sobre a memória:
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/01/arquivos.html
Sobre conversas:
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/04/curiosidades-1_2.html
Sobre culturas:
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/01/khovsgol-mongolia.html
Entre tantas outras...
Atribui-lhes outros nomes, para não alterar todas as publicações já agendadas ou publicadas sobre este nome, mas o principio é o mesmo.
Um preâmbulo para explicar mais um tema de algumas futuras publicações para este blogue.
Monólogos ou viagens pelo pensamento, talvez os aches aleatórios. [Por vezes, tento seguir o caminho de volta que o pensamento seguiu, para perceber de que forma se foi encadeando, sucessivamente.]
Estas publicações resultam de anotações soltas que aqui vou deixando sobre esta etiqueta - logos.
Algumas terão data, outras não, dependendo do humor da minha memória.
Algumas até posso guardar a hora, se as escrever diretamente na plataforma do blogue.
Mas todas elas serão publicadas a uma hora, a uma data indefinida ao sabor do acaso. [Algo que não acontece com as restantes.]
Segundo algumas pesquisas feitas - logos - palavra, razão, discurso - que deriva da palavra legein que significa falar; dizer.
O seu nome - logos - porque basta uma palavra para desencadear uma série de associações de temáticas, por vezes tão dispersas.
P.S. A viagem à Mongólia foi aqui "descrita" "contada" através de citações, de frases ouvidas por aí e de pensamentos porque foi uma viagem que se tornou propicia a esta liberdade de vaguear sem destino, quer seja fisicamente, quer seja espiritualmente. E foi também isso que tentei demonstrar ao longo das publicações partilhadas.
Alguns links:
https://therootofborscht.wordpress.com/tag/legein/
23-04-2016
Organizando e etiquetando as publicações, reparo que este tema já surgiu anteriormente:
Sobre a memória:
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/01/arquivos.html
Sobre conversas:
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/04/curiosidades-1_2.html
Sobre culturas:
http://entrepreambulos.blogspot.com/2016/01/khovsgol-mongolia.html
Entre tantas outras...
Atribui-lhes outros nomes, para não alterar todas as publicações já agendadas ou publicadas sobre este nome, mas o principio é o mesmo.
34º Aqui e Além (3)
A história não a conheço.
Não sei onde estou, para onde vou, talvez passe aquela montanha, ou aquela, nada sei...
O futuro desvenda-se ao tornar-se no presente.
Não sei onde estou, para onde vou, talvez passe aquela montanha, ou aquela, nada sei...
O futuro desvenda-se ao tornar-se no presente.
quarta-feira, 13 de abril de 2016
33º Aqui e Além (2)
Reflexão - Tempo
"Não é falta de tempo, é falta de interesse."
Se parares para pensar sobre todas as vezes que usaste a desculpa da falta de tempo, quando nem sempre era essa a raiz do problema.
Assim como a desculpa do frio, ou do calor, as desculpas surgem sempre... E o pior, é quando as contamos a nós próprios.
Se for algo que realmente tens vontade de concretizar, o tempo articula-se à nossa vontade.
"Não é falta de tempo, é falta de interesse."
Se parares para pensar sobre todas as vezes que usaste a desculpa da falta de tempo, quando nem sempre era essa a raiz do problema.
Assim como a desculpa do frio, ou do calor, as desculpas surgem sempre... E o pior, é quando as contamos a nós próprios.
Se for algo que realmente tens vontade de concretizar, o tempo articula-se à nossa vontade.
terça-feira, 12 de abril de 2016
32º Aqui e Além (1)
O Perto
O perto torna-se distante, aquela montanha afinal tão longe, aquele arbusto cada vez mais afastado.
E ficamos sós nesta terra imensa...
O perto torna-se distante, aquela montanha afinal tão longe, aquele arbusto cada vez mais afastado.
E ficamos sós nesta terra imensa...
segunda-feira, 11 de abril de 2016
Conversas (1)
Numa das ruas da Ribeira.
Passeando pela cidade do Porto:
H: E se fossemos à Islândia em Julho?
L: hum... [não estava nada à espera desta escolha]
H: Vamos ao Equador?
L: Ao Equador, não estava à espera, nunca queres ir à América...
H: Não, ali na rua das Flores... a chocolataria!
L: ...
Passeando pela cidade do Porto:
H: E se fossemos à Islândia em Julho?
L: hum... [não estava nada à espera desta escolha]
H: Vamos ao Equador?
L: Ao Equador, não estava à espera, nunca queres ir à América...
H: Não, ali na rua das Flores... a chocolataria!
L: ...
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